theme por umapequenapoeta; alguns detalhes por desperancoso, nostalgia-surreal e the-dreamgirl.

(Source: crucio-potter)
(Source: umaalunadehogwarts)
(Source: vans-gallery)

— Jason Isaacs (Lúcio Malfoy).
(Source: compasses-guide-ships-home)

E lá estava eu, com meus quatro ou cinco anos de idade, esperando minha avó chegar do mercado na garagem da casa dela. Uma criança, pequenininho, com a voz fininha e meiga. Parecia um dia simples, alegre, infantil. A família toda reunida, os primos da minha idade, e o máximo que podíamos imaginar para aquele dia era muita brincadeira e diversão juntos. Mas não. Quando minha avó desceu do carro, animada, trazia boas notícias.
— Adivinha o que vamos fazer hoje? - ela perguntou, animada.
— O que, vovó? - respondi, ansioso e sorridente, com aquela vozinha de criança.
— Iremos ao cinema!
— Que filme vai passar?
— Harry Potter!
— Harry Potter?
— É um bruxinho… - ela disse, modesta.
Minha avó tinha dito que era um bruxinho, mas não me contou que seria o bruxinho que marcaria a minha vida dali pra frente. Foi o início de uma jornada, dali eu conheceria o garoto órfão, de quase onze anos, que vivia embaixo da escada na casa de seus tios. “Harry, just Harry!”. Descobri então, junto a ele, que ele era um “bruxinho”. Conheci então, junto a ele, Ron e Hermione. Aprendi com ele como girar e sacudir a varinha e fazer objetos levitarem. Desconfiei junto a eles dos mistérios do Professor Snape e enfrentamos um cão de três cabeças. Começamos então, a desvendar os segredos do seu passado. Vimos nossos desejos mais profundos no Espelho de Ojesed e digo, que se me visse nele no dia de hoje, o meu desejo mais profundo seria voltar no passado. Pra uma realidade distante do dia de hoje, onde completa-se 1 ano do fim da saga mais marcante da história. Não foi simplesmente um cão de três cabeças, um espelho, um feitiço. Foram aventuras que marcaram a minha infância, e se ouso dizer, a minha vida. Não foi simplesmente uma história. Foi um mundo de imaginação, fantasia, ficção. Foi um mundo que pra mim e pra muitos outros, pareceu e continua sendo real. Pelo menos aqui dentro, onde pulsa um coração potteriano fiel. Ele disse que era Harry, só o Harry. Mas descobrimos depois que o “Harry, só o Harry.” era o bruxo mais admirável que poderíamos conhecer. Descobrimos com ele a Câmara Secreta e os perigos que ela guardava. Assim como libertamos um prisioneiro inocente e digno de muita admiração. Acompanhamos, aflitos, a bravura e coragem de Harry no Torneio Tribruxo. Assistimos a morte de um coração fiel, Diggory, e o retorno de Voldemort. Fizemos parte da Armada de Dumbledore, e vimos aquele mesmo prisioneiro que a gente libertou, morrer em nossa frente. Descobrimos com Rony, Hermione e Harry que o amor e a amizade valem mais do que qualquer poder no mundo. Tivemos pena de Voldemort, porque acima de tudo, ele viveu sem amor. Desvendamos os enigmas do Príncipe Mestiço e levantamos nossas varinhas ao alto, chorando, pela morte do bruxo mais sábio e honroso de todos os tempos. Rimos com as palhaçadas dos Weasleys, assistimos ao beijo de Harry e Cho, Harry e Gina. Foram tantas as coisas, os sentimentos, as emoções, as lembranças que a gente viveu com Harry Potter. Mas maior do que qualquer gargalhada com Rony, Fred e George, maior do que qualquer soluço que demos ao chorar com a morte de Cedrico, Sirius, Alvo e Edwiges, e maior que qualquer tensão ao assistir alguma cena, foi ter que se conformar com o fim. Maior do que qualquer sentimento, mais forte que qualquer soco no estômago. Maior que todas as tensões, foi destruir as horcruxes antes que fôssemos destruídos. Maior que todas as gargalhadas, foi ver Minerva dizendo que sempre quis usar aquele feitiço. Maior que qualquer alegria, foi se emocionar com o beijo de Rony e Hermione. Maior do que qualquer soluço, foi assistir a morte do homem mais corajoso que conhecemos. Porque tudo isso, acima de tudo, fez parte do fim. Porque tudo isso, além da dolorosa sensação de ver as cenas, estava a lárgima de saber que eram as últimas. E sentados em meio a uma poltrona de cinema, há 1 ano atrás, estávamos lá. Tentando nos conformar em meio a um quase rio de lágrimas. Tentando nos conformar porque a história desse “bruxinho” teve que ter um fim.
Em nome de todo coração fiel potteriano,
João Pedro Bueno, Sabedorias.
(Source: lupi-n)
Ron and Hermione’s kiss:
Fred, Lupin, and Tonks:
“Not my daughter, you bitch!”:
Snape and Lily as kids:
Snape holding Lily:
Neville killing Nagini:
“Always”:
Narcissa lying to Voldemort about Harry being dead:
Voldemort’s death:
19 years later:
End credits:
Walking out of the theater:
THISSS
-UmaPoetaEscondida