Não tem nada a ver com ser possivel ou não,
Eu faço porque quero.(...)
Não me importo de morrer lutando por isso.
Vou correr os riscos, irei ganhar, perder, cair, levantαr e sobretudo amar e desamar. E é essa vida de desafios e não sei o que vem pela frente, o que eu quero para mim. Não quero deixar passar em branco e lá na frente olhar para trás e ver que sem arranhões não teve graça. Quero esses arranhões e quero sobretudo partir de um novo começo. Amigos de verdade por perto e amor na hora certa!! Sem medo de não ter nenhum ao lado. Esperar pacientemente o amor que eu mereço e que está adormecido no coração do meu príncipe. Adeus fada madrinha. Volte para o seu mundo encantado porque a minha história é real!

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theme por umapequenapoeta; alguns detalhes por desperancoso, nostalgia-surreal e the-dreamgirl.



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(Source: crucio-potter)



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1 ano não é nada comparado a eternidade do meu amor por Harry Potter. 

(Source: umaalunadehogwarts)



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O-O¬ + ϟ + | + ◌ + ∆ = Símbolos que marcam uma geração inteira 

(Source: vans-gallery)



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“Eu me deitei e li os livros depois do teste de representação (do filme) e li todos os quatros de uma só vez – você sabe – não tomei banho, não comi, dirigi por aí¬ com eles no volante como um lunático. Eu de repente entendi porque meus amigos, que eu havia julgado um pouco retrógrados, tinham sido tão viciados nesses livros de crianças. Eles são como crack.”  

the-witch-demigod:

Jason Isaacs (Lúcio Malfoy).  

(Source: compasses-guide-ships-home)



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E lá estava eu, com meus quatro ou cinco anos de idade, esperando minha avó chegar do mercado na garagem da casa dela. Uma criança, pequenininho, com a voz fininha e meiga. Parecia um dia simples, alegre, infantil. A família toda reunida, os primos da minha idade, e o máximo que podíamos imaginar para aquele dia era muita brincadeira e diversão juntos. Mas não. Quando minha avó desceu do carro, animada, trazia boas notícias.
— Adivinha o que vamos fazer hoje? - ela perguntou, animada.
— O que, vovó? - respondi, ansioso e sorridente, com aquela vozinha de criança.
— Iremos ao cinema!
— Que filme vai passar?
— Harry Potter!
— Harry Potter?
— É um bruxinho… - ela disse, modesta.
Minha avó tinha dito que era um bruxinho, mas não me contou que seria o bruxinho que marcaria a minha vida dali pra frente. Foi o início de uma jornada, dali eu conheceria o garoto órfão, de quase onze anos, que vivia embaixo da escada na casa de seus tios. “Harry, just Harry!”. Descobri então, junto a ele, que ele era um “bruxinho”. Conheci então, junto a ele, Ron e Hermione. Aprendi com ele como girar e sacudir a varinha e fazer objetos levitarem. Desconfiei junto a eles dos mistérios do Professor Snape e enfrentamos um cão de três cabeças. Começamos então, a desvendar os segredos do seu passado. Vimos nossos desejos mais profundos no Espelho de Ojesed e digo, que se me visse nele no dia de hoje, o meu desejo mais profundo seria voltar no passado. Pra uma realidade distante do dia de hoje, onde completa-se 1 ano do fim da saga mais marcante da história. Não foi simplesmente um cão de três cabeças, um espelho, um feitiço. Foram aventuras que marcaram a minha infância, e se ouso dizer, a minha vida. Não foi simplesmente uma história. Foi um mundo de imaginação, fantasia, ficção. Foi um mundo que pra mim e pra muitos outros, pareceu e continua sendo real. Pelo menos aqui dentro, onde pulsa um coração potteriano fiel. Ele disse que era Harry, só o Harry. Mas descobrimos depois que o “Harry, só o Harry.” era o bruxo mais admirável que poderíamos conhecer. Descobrimos com ele a Câmara Secreta e os perigos que ela guardava. Assim como libertamos um prisioneiro inocente e digno de muita admiração. Acompanhamos, aflitos, a bravura e coragem de Harry no Torneio Tribruxo. Assistimos a morte de um coração fiel, Diggory, e o retorno de Voldemort. Fizemos parte da Armada de Dumbledore, e vimos aquele mesmo prisioneiro que a gente libertou, morrer em nossa frente. Descobrimos com Rony, Hermione e Harry que o amor e a amizade valem mais do que qualquer poder no mundo. Tivemos pena de Voldemort, porque acima de tudo, ele viveu sem amor. Desvendamos os enigmas do Príncipe Mestiço e levantamos nossas varinhas ao alto, chorando, pela morte do bruxo mais sábio e honroso de todos os tempos. Rimos com as palhaçadas dos Weasleys, assistimos ao beijo de Harry e Cho, Harry e Gina. Foram tantas as coisas, os sentimentos, as emoções, as lembranças que a gente viveu com Harry Potter. Mas maior do que qualquer gargalhada com Rony, Fred e George, maior do que qualquer soluço que demos ao chorar com a morte de Cedrico, Sirius, Alvo e Edwiges, e maior que qualquer tensão ao assistir alguma cena, foi ter que se conformar com o fim. Maior do que qualquer sentimento, mais forte que qualquer soco no estômago. Maior que todas as tensões, foi destruir as horcruxes antes que fôssemos destruídos. Maior que todas as gargalhadas, foi ver Minerva dizendo que sempre quis usar aquele feitiço. Maior que qualquer alegria, foi se emocionar com o beijo de Rony e Hermione. Maior do que qualquer soluço, foi assistir a morte do homem mais corajoso que conhecemos. Porque tudo isso, acima de tudo, fez parte do fim. Porque tudo isso, além da dolorosa sensação de ver as cenas,  estava a lárgima de saber que eram as últimas. E sentados em meio a uma poltrona de cinema, há 1 ano atrás, estávamos lá. Tentando nos conformar em meio a um quase rio de lágrimas. Tentando nos conformar porque a história desse “bruxinho” teve que ter um fim.
Em nome de todo coração fiel potteriano,
João Pedro Bueno, Sabedorias.

E lá estava eu, com meus quatro ou cinco anos de idade, esperando minha avó chegar do mercado na garagem da casa dela. Uma criança, pequenininho, com a voz fininha e meiga. Parecia um dia simples, alegre, infantil. A família toda reunida, os primos da minha idade, e o máximo que podíamos imaginar para aquele dia era muita brincadeira e diversão juntos. Mas não. Quando minha avó desceu do carro, animada, trazia boas notícias.

— Adivinha o que vamos fazer hoje? - ela perguntou, animada.

— O que, vovó? - respondi, ansioso e sorridente, com aquela vozinha de criança.

— Iremos ao cinema!

— Que filme vai passar?

— Harry Potter!

— Harry Potter?

— É um bruxinho… - ela disse, modesta.

Minha avó tinha dito que era um bruxinho, mas não me contou que seria o bruxinho que marcaria a minha vida dali pra frente. Foi o início de uma jornada, dali eu conheceria o garoto órfão, de quase onze anos, que vivia embaixo da escada na casa de seus tios. “Harry, just Harry!”. Descobri então, junto a ele, que ele era um “bruxinho”. Conheci então, junto a ele, Ron e Hermione. Aprendi com ele como girar e sacudir a varinha e fazer objetos levitarem. Desconfiei junto a eles dos mistérios do Professor Snape e enfrentamos um cão de três cabeças. Começamos então, a desvendar os segredos do seu passado. Vimos nossos desejos mais profundos no Espelho de Ojesed e digo, que se me visse nele no dia de hoje, o meu desejo mais profundo seria voltar no passado. Pra uma realidade distante do dia de hoje, onde completa-se 1 ano do fim da saga mais marcante da história. Não foi simplesmente um cão de três cabeças, um espelho, um feitiço. Foram aventuras que marcaram a minha infância, e se ouso dizer, a minha vida. Não foi simplesmente uma história. Foi um mundo de imaginação, fantasia, ficção. Foi um mundo que pra mim e pra muitos outros, pareceu e continua sendo real. Pelo menos aqui dentro, onde pulsa um coração potteriano fiel. Ele disse que era Harry, só o Harry. Mas descobrimos depois que o “Harry, só o Harry.” era o bruxo mais admirável que poderíamos conhecer. Descobrimos com ele a Câmara Secreta e os perigos que ela guardava. Assim como libertamos um prisioneiro inocente e digno de muita admiração. Acompanhamos, aflitos, a bravura e coragem de Harry no Torneio Tribruxo. Assistimos a morte de um coração fiel, Diggory, e o retorno de Voldemort. Fizemos parte da Armada de Dumbledore, e vimos aquele mesmo prisioneiro que a gente libertou, morrer em nossa frente. Descobrimos com Rony, Hermione e Harry que o amor e a amizade valem mais do que qualquer poder no mundo. Tivemos pena de Voldemort, porque acima de tudo, ele viveu sem amor. Desvendamos os enigmas do Príncipe Mestiço e levantamos nossas varinhas ao alto, chorando, pela morte do bruxo mais sábio e honroso de todos os tempos. Rimos com as palhaçadas dos Weasleys, assistimos ao beijo de Harry e Cho, Harry e Gina. Foram tantas as coisas, os sentimentos, as emoções, as lembranças que a gente viveu com Harry Potter. Mas maior do que qualquer gargalhada com Rony, Fred e George, maior do que qualquer soluço que demos ao chorar com a morte de Cedrico, Sirius, Alvo e Edwiges, e maior que qualquer tensão ao assistir alguma cena, foi ter que se conformar com o fim. Maior do que qualquer sentimento, mais forte que qualquer soco no estômago. Maior que todas as tensões, foi destruir as horcruxes antes que fôssemos destruídos. Maior que todas as gargalhadas, foi ver Minerva dizendo que sempre quis usar aquele feitiço. Maior que qualquer alegria, foi se emocionar com o beijo de Rony e Hermione. Maior do que qualquer soluço, foi assistir a morte do homem mais corajoso que conhecemos. Porque tudo isso, acima de tudo, fez parte do fim. Porque tudo isso, além da dolorosa sensação de ver as cenas,  estava a lárgima de saber que eram as últimas. E sentados em meio a uma poltrona de cinema, há 1 ano atrás, estávamos lá. Tentando nos conformar em meio a um quase rio de lágrimas. Tentando nos conformar porque a história desse “bruxinho” teve que ter um fim.

Em nome de todo coração fiel potteriano,

João Pedro Bueno, Sabedorias.



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Meu amor por Harry Potter :::::::::::::::: ∞ 

(Source: lupi-n)



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originally lupi-n via as-marcas-de-uma-lagrima


My reactions to Deathly Hallows part 2: 

lupi-n:

katherinealvers:

Ron and Hermione’s kiss:

Fred, Lupin, and Tonks:

“Not my daughter, you bitch!”:

Snape and Lily as kids:

Snape holding Lily:

Neville killing Nagini:

“Always”:

Narcissa lying to Voldemort about Harry being dead:

Voldemort’s death:

19 years later:

End credits:

Walking out of the theater:

THISSS



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originally katherinealvers via as-marcas-de-uma-lagrima


Desde pequeno, nós estávamos com você, lendo, assistindo, e principalmente sentindo junto com você, nós presenciamos cada vitória, e a cada erro, sofremos com você, nós tivemos expectativas, as quais você sempre conseguiu superar, e quando você chorou, nós choramos com você, e quando você ganhou a primeira partida de quadribol, nós que estávamos torcendo desesperadamente, comemoramos com você, Harry, desde o principio nós sempre soubemos o quão brilhante, era aquela menininha ruiva, e que se tornou uma das maiores, e mais brilhantes mulheres, nós rimos quando você, Hermione, tomou poção polissuco errada, e ficamos com vontade de te abraçar, quando te humilhavam ainda pequena, nós rimos de cada feitiço errado de você Rony, e também enlouquecemos de alegria quando você conseguia finalmente realiza-los, nós o amamos com todo o coração, nós o vimos crescer, todos você, Ron, Hermione, Harry, Hagrid, Draco, Neville, Gina, Luna, Murta, todos, desde os professores, dos quais nos orgulhamos, os vilões, os quais tememos, e os nossos pequenos heróis, que tanto amamos, nós lutamos cada luta com vocês, e esse amor só foi crescendo, e por isso mesmo, não é o fim, nunca será, vocês estarão presentes em cada coraçãozinho, que aprendeu muito com vocês, como o valor da amizade, a importância de não desistir, e por isso, e muito mais, OBRIGADA HARRY POTTER. 

everybodysing:

-UmaPoetaEscondida